Plinio Corrêa de Oliveira

 

Brasil: seu povo é conservador, e sobretudo o "povão"

 

 

 

 

 

17 de janeiro de 1993

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A D V E R T Ê N C I A

Gravação de conferência do Prof. Plinio com sócios e cooperadores da TFP, não tendo sido revista pelo autor.

Se Plinio Corrêa de Oliveira estivesse entre nós, certamente pediria que se colocasse explícita menção a sua filial disposição de retificar qualquer discrepância em relação ao Magistério da Igreja. É o que fazemos aqui constar, com suas próprias palavras, como homenagem a tão belo e constante estado de espírito:

“Católico apostólico romano, o autor deste texto  se submete com filial ardor ao ensinamento tradicional da Santa Igreja. Se, no entanto,  por lapso, algo nele ocorra que não esteja conforme àquele ensinamento, desde já e categoricamente o rejeita”.

As palavras "Revolução" e "Contra-Revolução", são aqui empregadas no sentido que lhes dá Dr. Plinio em seu livro "Revolução e Contra-Revolução", cuja primeira edição foi publicada no Nº 100 de "Catolicismo", em abril de 1959.


 

 

Em conferência a simpatizantes do movimento monárquico, o Prof. Plinio recorda o ensinamento da Santa Igreja sobre a liceidade das três formas de governo (monarquia, aristocracia e democracia) e lê o que escreveu a tal respeito São Pio X na Carta Apostólica "Notre charge apostolique":

"O Sillon .... semeia portanto entre a vossa juventude católica noções erradas e funestas sobre a autoridade, a liberdade e a obediência. As coisas não se passam diferentemente [com o Sillon] quanto à justiça e à igualdade. Ele trabalha, segundo afirma, para realizar uma era de igualdade que seria, por isso mesmo, uma era de melhor justiça. Assim, para o Sillon, qualquer desigualdade de condição é uma injustiça ou, pelo menos, uma justiça menor! Princípio soberanamente contrário à natureza das coisas, gerador de inveja e de injustiça, subversivo de toda a ordem social".

O conferencista faz - sempre em um tom de amena conversa com seu público - uma análise, baseada em fatos, da psicologia da opinião pública brasileira e demonstra como esta última não corresponde aos clichês artificiais que boa parte da mídia procura impor na face do País.

Plinio Corrêa de Oliveira saúda especialmente o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luís de Orleans e Bragança, bem como seu irmão, o Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, presentes à mesa, como se pode ver.

Para aprofundar o assunto das desigualdades justas e harmônicas, bem como as formas de governo à luz da Doutrina Social da Igreja, seja em tese como concretamente, veja a última obra de Dr. Plinio "Nobreza e elites tradicionais análogas nas Alocuções de Pio XII ao atriciado e à Nobreza romana".


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